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25/05/2018
Prefeitura de Tijucas mantém os serviços com pequenas restrições
Em virtude da paralisação do transporte rodoviário, da possível falta de combustíveis e demais produtos causados pelas manifestações que ocorrem em todo o país, a prefeitura de Tijucas determinou que sejam priorizados os atendimentos à Saúde e à Educação. Os demais setores continuam funcionando normalmente, tendo apenas restrição do uso de combustível a fim de evitar a falta do produto. Sendo assim, seguem sem alteração os serviços de transportes de pacientes, atendimentos de urgência e emergência, bem como o transporte escolar. Apenas serviços administrativos que requerem uso de veículos estão com restrições, como medida cautelar. A Federação Catarinense de Municípios (Fecam) acompanha a situação em todas as prefeituras do estado e também se manifestou oficialmente nesta quinta-feira (24). Confira a nota publicada pela entidade: POSICIONAMENTO DA FECAM Aos Municípios Catarinenses a entidade recomenda cautela e atos administrativos de prevenção em relação a manutenção dos serviços essenciais. Os administradores municipais estão fazendo todo esforço para, dentro do possível, manter especialmente serviços de educação infantil (funcionamento de creches) e na área de saúde, preferencialmente, o transporte de pacientes para hemodiálise, quimioterapia, radioterapia e atendimento do SAMU, mas neste momento, mesmo serviços de educação começam a serem afetados devido à falta de alimentos. A entidade pede atenção e compreensão da população e alerta para que os gestores promovam medidas que assegurarem o funcionamento desses serviços e as ações de urgência. A FECAM recomenda que as demais atividades sejam preventivamente suspensas e que a população seja informada sobre as potenciais consequências da situação que nesse momento se apresenta inalterada e com perspectivas de agravamento em face da falta de combustíveis. Toda e qualquer paralisação deve ser ampla e previamente difundida à sociedade. A Federação recomenda que os órgãos de controle e entidades de Segurança, Hospitais e demais órgãos do Estado, sejam informados da situação de vulnerabilidade em virtude da escassez de abastecimento. A Federação acompanha a paralisação com preocupação uma vez que as manifestações afetam estruturalmente a economia do estado e conclama às autoridades responsáveis a busca urgente de soluções negociadas em defesa dos brasileiros. Da proposta de “zerar” a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE, o que impactará a economia dos municípios, os prejudicará negativamente e não será suficiente para solucionar os problemas de custo dos combustíveis. A FECAM é contra a redução de tributação que atinja os municípios, principalmente em um contexto de que a União concentra a maioria da arrecadação e não abre mão disso, nem em momentos como o atualmente vivido pelo país. O quadro político e econômico exige medidas estruturais de incentivo à produção e competitividade, sem penalizar os entes municipais brasileiros. Fonte:Prefeitura 
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23/05/2018
Sem transporte o país para, sem alimento a população não vive. Não podemos pagar a conta daqueles que arrombaram a Petrobras”, afirma Sopelsa
O Deputado Moacir Sopelsa demostra preocupação com as consequências da greve dos caminhoneiros. “Vivemos, talvez, o pior momento de nossas vidas, aos meus 70 anos, é a primeira vez que me deparo com uma situação tão difícil”, relata. O parlamentar destaca que a Petrobras foi saqueada e agora se procura, em cima do trabalhador, pagar a conta. Segundo Sopelsa é preciso reconhecer o direito dos caminhoneiros e transportadores diante das dificuldades que estão enfrentando. Entretanto, é preciso observar o lado dos produtores e da indústria, um setor todo que vem sendo penalizado em todas as situações. Para Sopelsa chegou a hora do governo federal pensar naqueles que sustentam o país – que produzem, industrializam e transportam - e resolver de uma vez por todas a questão do preço dos combustíveis, especialmente o óleo diesel. “As medidas que estão sendo anunciadas pelo governo, são paliativas, precisamos de decisões mais pontuais; o governo precisa dizer se nós vamos continuar pagando a conta daqueles que quebraram o país”, ressalta. Sopelsa demostra posição firme sobre o tema e cobra do governo federal medidas efetivas em relação aos impostos que encarecem os combustíveis e a produção.  “É preciso baixar o preço dos combustíveis e, com isso, resolver a situação de toda a cadeia, desde a produção, passando pelo transportador até chegar ao consumidor. Sem transporte o país para, sem alimento a população não sobrevive”, finaliza. Fonte:MB Comunicação
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23/05/2018
Greve dos caminhoneiros chega ao 3º dia de paralisação com impactos em diversos setores de SC
A paralisação dos caminhoneiros chega ao terceiro dia nesta quarta-feira (23) contra o aumento no valor do diesel. Eles voltaram a passar a noite às margens das rodovias e até as 15h ao menos 60 pontos de atenção nas rodovias em Santa Catarina eram registrados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Militar Rodoviária (PMRv). Há impactos no abastecimento de postos de combustível, em serviços de prefeituras, na entrega dos Correios, nos setores de alimentos e indústria, e portos. A 2ª Vara Federal de Florianópolis concedeu liminar, uma decisão temporária, na terça-feira (22) para impedir que as manifestações dos caminhoneiros venham a causar bloqueios nas rodovias federais catarinenses. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclareceu que a medida e o uso da força só serão feitos em caso de interdição total, o que não ocorreu até as 15h desta quarta Pelo menos duas ocorrências de apedrejamento de caminhões foram registradas nesta quarta, conforme a PRF. Na BR-101 em Araranguá e em Maracajá. Nos dois casos, os motoristas informaram que manifestantes jogaram pedras contra os caminhões e houve registro de lesões leves. Ainda de acordo com a PRF, na manhã desta quarta houve um bloqueio na BR-116, em Santa Cecília, de estudantes aderindo à manifestação. O ato foi dispersado em minutos. Nenhuma outra rodovia federal foi obstruída. Os caminhoneiros estão concentrados às margens das rodovias, como postos de gasolina, e abordam outros veículos de carga para aderirem ao movimento. Fonte:G1 SC
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