ÚLTIMAS NOTÍCIAS

18/09/2018
PSE promove ações de conscientização sobre o combate ao Aedes aegypti
As secretarias municipais de Saúde e Educação de Tijucas estão realizando ações de conscientização sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. As conversas sobre o tema acontecem com alunos do 1º ao 4º ano de escolas municipais atendidas pelo Programa Saúde nas Escolas (PSE). A dengue é uma doença que preocupa os órgãos de saúde do Brasil há muito tempo e está presente em praticamente todo o território nacional. Seu transmissor é o mosquito Aedes aegypti, que também transmite outras doenças, como a Chikungunya e Zika. “Estamos incentivando os alunos no combate à proliferação do mosquito através conversas, debates e vídeos animados que abordam o tema. Queremos engajá-los em cuidados simples como coleta do lixo e tudo que possa acumular água limpa e parada, originando os criadouros do mosquito”, comenta a coordenadora do PSE, Andréa Agripo. "No momento não há casos de dengue no município, mas o combate ao mosquito independe disso e precisa ser uma prática constante de todos nós", afirma o Secretário de Saúde Vilson José Porcíncula. Fique atento a estas informações:  - Só as fêmeas do Aedes aegypti picam as pessoas. Elas precisam de sangue para amadurecer os ovos.  - Cada fêmea deposita mais de 100 ovos por vez nas paredes internas dos recipientes.  - Os ovos podem durar um ano e meio na parede seca do recipiente, mas precisam do contato com a água para se transformarem em mosquitos adultos.  - Eliminar os criadouros e não deixar o mosquito nascer é a principal medida contra as três doenças.  - É importante permitir e acompanhar a visita do agente de saúde na sua casa.   Fonte:PMT
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18/09/2018
ELEIÇÕES 2018: Em SC 40 registros de candidatura são rejeitados
O Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) terminou o julgamento dos processos de registro de candidatura na noite desta segunda-feira (17).  Dos 780 pedidos recebidos, 40 foram indeferidos, além da rejeição a um Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) dos 23 protocolados. Ângelo Castro (PCO) foi o único postulante ao governo de Santa Catarina que teve o pedido de registro de candidatura negado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC). O Ministério Público Eleitoral havia impugnado o pedido baseado na Lei da Ficha Limpa. Segundo o MPE, Castro teria preenchido nota fiscal com valores superiores aos pagos em viagem a trabalho pelo Dataprev, órgão do qual é servidor.  O voto da relatora, juíza Luisa Hickel Gamba, determinou que o partido não pode veicular qualquer propaganda nem movimentar recursos públicos em benefício do candidato.  O pedido inicial de impugnação se baseia em uma condenação penal transitada em julgado em 2014 por "crimes contra a fé pública". Diante disso, ele se enquadraria na Lei da Ficha Limpa. Também de acordo com os anexos incluídos pelo MPE, a condenação foi por falsidade ideológica. PCO indeferido A candidatura não poderia ser registrada mesmo se o candidato fosse ficha limpa. Toda a chapa do Partido da Causa Operária (PCO) havia sido indeferida na última quinta-feira (13) por irregularidade no Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), documento que prova a regularidade da legenda e habilita as candidaturas. O TRE-SC, ainda assim, realizou julgamento de todos os candidatos do PCO, avaliando a regularidade dos documentos entregues e os critérios de elegibilidade. Além do pedido de Castro, foram indeferidos os registros de Flavio Ferreira Amaral (candidato a vice-governador), Andreá Luciano Carvalho (senadora), Marina Nienow de Barros (suplente), Ronaldo Loureiro Ribeiro (2º suplente), Matheus Vetter (deputado federal) e Michel Nienow de Barros (deputado federal).  Outro candidato ao governo que teve pedido analisado ontem foi Jessé Pereira (Patriota). O registro foi deferido pelo tribunal.   Fonte:DC
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14/09/2018
Seis meses após assassinatos, caso Marielle aguarda solução
O assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), 38 anos, e do motorista Anderson Pedro Gomes, 39 anos, completa hoje (14) seis meses. O crime ainda aguarda solução. As autoridades federais afirmam que até o fim deste ano as respostas virão. Para a viúva de Marielle, Mônica Benício, parentes, amigos e ativistas, a vereadora e o motorista foram executados. Independentemente das investigações, eles preservam as bandeiras de Marielle e suas propostas em defesa de ações para a inclusão das mulheres, negros e do público LGBT. Nos últimos meses, a Câmara Municipal do Rio aprovou vários projetos de autoria da vereadora, conhecida pela militância em defesa das minorias e direitos humanos. Em agosto, Marinete Alves, mãe de Marielle, esteve com o papa Francisco. Ela disse ter falado sobre a filha para o papa que afirmou que gostaria de tê-la conhecido. Campanha Após seis meses da morte da vereadora e do motorista, a Anistia Internacional lança hoje a campanha na internet Quem Matou Marielle Franco?. Uma tela de LED 360º de 5 metros, instalada em um caminhão, passará mensagens em frente a instituições públicas e da Justiça criminal no Rio. O caminhão percorrerá o Parque do Flamengo, que costuma ter movimento intenso. Jurema Werneck, diretora executiva da Anistia Internacional Brasil, e parentes  de Marielle Franco, são aguardados ao longo do dia hoje no local. No site, a Anistia Internacional pede que as pessoas apóiem uma petição de urgência das investigações do assassinato, a responsabilização dos envolvidos, proteção das testemunhas e garantias de que haverá o julgamento do caso. O documento é destinado ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, o secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro, general Richard Fernandez Nunes, o chefe da da Polícia Civil do estado, Rivaldo Barbosa, o procurador-geral do Ministério Público (do Rio), Eduardo Gussem, à procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Macedo Duprat, e ao general Walter Souza Braga Netto, responsável pela intervenção federal na segurança no Rio.   Caso Marielle Franco foi assassinada com quatro tiros na cabeça e seu motorista Anderson Gomes, atingido por três balas. Eles estavam saindo de um evento político-cultural, no bairro de Estácio, no centro do Rio de Janeiro, quando foram mortos, em 14 de março deste ano. Câmeras de segurança flagraram os carros e os suspeitos. Porém, as investigações ainda não foram concluídas. Em agosto, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, reconheceu que “agentes do Estado” e “políticos” estão envolvidos no crime. Também admitiu dificuldades nas apurações. Em julho, a Delegacia de Homicídios (DH) do Rio de Janeiro chegou a prender dois suspeitos. Segundo a polícia, os dois integravam o bando de Orlando Oliveira Araújo, conhecido como Orlando de Curicica, miliciano que está preso na penitenciária federal de Mossoró.   Fonte:Agência Brasil
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14/09/2018
Secretaria de Saúde promove caminhada em alusão ao Setembro Amarelo
A Secretaria Municipal de Saúde vai realizar, na próxima quarta-feira (19), às 8h, uma caminhada em alusão ao Setembro Amarelo, mês de prevenção do suicídio. O ponto de encontro será a Concha Acústica Nagip Elias Abdala e a caminhada vai percorrer ruas do Centro da cidade. A intenção da Secretaria é chamar a atenção para o tema, extremamente relevante. Durante a caminhada, os agentes de saúde farão abordagens às pessoas para ressaltar a importância de debater o assunto e trocar experiências sobre problemas psicológicos, traumas, tristezas. A ação acontece em consonância com o lema da campanha: “falar é a melhor solução”. No município, o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) tem grupos de apoio a pacientes que sofrem de depressão. Eles são acompanhados por uma equipe de profissionais que permite um tratamento mais integrado. Além disso, o tema tem sido levado aos alunos da Rede Municipal de Ensino através do Programa Saúde na Escola (PSE). “Reiteramos a importância de debatermos esse assunto. A depressão precisa ser encarada com muita seriedade e temos que mudar a cultura de minimizá-la”, afirma o Secretário de Saúde, Vilson José Porcíncula. Se você conhece pessoas que estão passando por problemas psicológicos e identifica nelas uma tendência a atitudes extremas, indique ela a procurar o CVV CVV (Centro de Valorização da Vida), ligando para o número 188. Você também é convidado a prestigiar a caminhada e a refletir sobre o assunto. Setembro Amarelo O movimento foi iniciado no Brasil pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). As primeiras atividades foram realizadas em 2015, concentradas em Brasília. Mundialmente, o IASP (Associação Internacional para Prevenção do Suicídio) estimula a divulgação da causa, vinculado ao dia 10 do mesmo mês, no qual se comemora o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.
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14/09/2018
Praia de Tijucas recebe mutirão de limpeza pelo evento Univali Limpando o Mundo neste sábado
No próximo sábado (15) acontece mais uma edição do Limpando o Mundo, um evento de mobilização voluntária que tem o objetivo de conscientizar as pessoas para o problema do lixo (resíduo) nas praias, rios e lagos. A ação mundial é realizada na região por iniciativa da Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), através do Laboratório de Gestão e Valoração de Resíduos (LGVR) do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária. No município, será realizado um mutirão de limpeza na Praia de Tijucas. O mutirão acontece das 8h às 12h de sábado, com ponto de encontro no SESC Ler. O evento é promovido pela Univali em diversas cidades da região. Em Tijucas, a ação é realizada em parceria com Secretaria Municipal de Agricultura, Pesca e Meio Ambiente com apoio das secretarias de Obras e Educação, SAMAE, SESC, Comitê Tijucas Biguaçu e SOS Praia de Tijucas. No evento serão disponibilizados kits com sacos de lixo, luvas e camisetas para os voluntários que vão participar da ação. Para participar basta comparecer ao ponto de encontro, no SESC, às 8h. Clean up the World ou Limpando o Mundo Trata-se de uma ação mundial, apoiada pela ONU, que teve início na Austrália em 1993, sendo espalhado para mais de 25 países, com mais de 35 milhões de voluntários. No Brasil, iniciou-se em 2003 em Copacabana através do projeto Limpeza na Praia, realizado pelo Instituto Ecológico Aqualung. Desde 2006 a Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), através do Laboratório de Gestão e Valoração de Resíduos (LGVR) do Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária, ingressou neste projeto mundial, desde então o público tem sido crescente e o interesse em defender as questões ambientais vem sendo prioridade entre os participantes. Programação:  08h: Encontro no SESC Ler;  08h30: Entrega dos kits para limpeza e coleta dos Termos de Adesão;  08h45: Início das atividades de limpeza;  12h: Encerramento das atividades. 
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10/09/2018
Iniciativas do Judiciário combatem e reparam violência contra a mulher
O estado de São Paulo chegou este mês ao milésimo julgamento de crime de feminicídio na Justiça brasileira, desde a edição da Lei nº 13.104/15, que introduziu o feminicídio - perseguição e morte intencional de pessoas do sexo feminino - como qualificação de homicídio, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O número foi alcançado durante a 11ª edição da “Semana Justiça pela Paz em Casa”, uma iniciativa nacional para incentivar o julgamento de crimes contra a vida de mulheres. “O número de mil julgamentos é bastante significativo. A violência contra a mulher sempre aconteceu, não é uma novidade, mas o fato de os casos estarem chegando ao conhecimento do sistema de Justiça significa que a política pública para isso está acontecendo e tem sido eficaz”, disse Teresa Cristina Cabral, juíza do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) e integrante da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do estado (Comesp). “Obviamente, precisamos combater a violência, lutar para diminuir os índices e os acontecimentos, mas como a subnotificação sempre foi muito grande, é uma notícia boa nesse sentido, de que a política pública está funcionando, elas [as vítimas] estão procurando ajuda”, acrescentou. Segundo a juíza, os julgamentos demonstram que algo está sendo feito em relação à violência contra a mulher e combatem a naturalização desses crimes. Além dos julgamentos, o sistema judiciário oferece apoio na prevenção e reparação às mulheres que sobrevivem à violência. O Projeto Fênix, parceria do tribunal paulista com a Secretaria da Saúde e a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Turma do Bem, viabiliza cirurgias reparadoras para vítimas de violência doméstica e de gênero. Desde 2016, o projeto oferece procedimentos gratuitos de reparação estética, ortopédica e odontológica para essas mulheres. O encaminhamento da paciente ao programa é feito por juízes, integrantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, além das delegacias de polícia. As vítimas também podem solicitar a reparação das lesões ocasionadas por agressões diretamente na Comesp. Respeito e dignidade “A agressão decorrente da violência de gênero, doméstica e familiar atinge a mulher em partes muito visíveis do corpo e tem uma finalidade muito específica, que é exatamente acabar ou diminuir a autoestima dessa mulher. Dependendo da extensão dessa lesão, inviabiliza inclusive o exercício de atividades profissionais. A ideia [do projeto Fênix] é proporcionar a melhoria da autoestima e reinserção dessa mulher em uma atividade social que seja minimamente respeitosa e digna”, disse Teresa. O crime de feminicídio é identificado por meio de indícios e elementos de prova, segundo explicou a juíza do TJ-SP Maria Domitila Manssur. “Os crimes praticados contra as mulheres muitas vezes se caracterizam por um alto número de golpes, atingem as mulheres em locais que podem machucar de forma íntima ou causar um dano muito grave, que não leve à morte, mas cause dor e que a mutile, que deixe uma marca muito constrangedora no caso de tentativa de feminicídio ou, no caso de morte, um sofrimento”, explicou. “Os crimes acontecem em todas as faixas e camadas sociais, não há nível financeiro, não há escolha pelo grau de intelecto da vítima ou do agressor. O Brasil infelizmente se encontra no ranking de violência contra mulher ruim, é o 5º país [no ranking]. É um dado de violência muito forte e muito ruim. Não há idade, não há nível social”, acrescentou a juíza.  
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