ÚLTIMAS NOTÍCIAS

18/01/2019
Marciano, cantor sertanejo, morre aos 67 anos
O cantor sertanejo Marciano, que marcou a história da música sertaneja ao lado de João Mineiro, morreu aos 67 anos. A informação foi confirmada na rede social do cantor: "É com imenso pesar que, em nota, confirmamos o falecimento do cantor Marciano, o Inimitável. Em breve, divulgaremos mais informações. Nesse momento, agradecemos o carinho de todos e pedimos orações à família." O cantor, que nos últimos anos usava o título de “O Inimitável”, iniciou a carreira na década de 1970 formando a dupla Marciano e João Mineiro. Juntos, eles fizeram hits como “Ainda ontem chorei de saudade”, “Se eu não puder te esquecer”, entre outras. Após a morte de João Mineiro, em 2012, José Marciano iniciou um projeto ao lado de Milionário (ex-dupla de José Rico, que morreu em 2015). O projeto dos dois foi chamado de "Lendas" e rendeu a gravação de um DVD em 2015, sendo lançado no mercado no ano seguinte. O cantor Fabiano Martins, filho de Marciano, lamentou a morte do pai. Nos últimos anos, os dois travaram uma batalha judicial após uma publicação no Facebook. Marciano processou Fabiano por danos morais e pedia indenização de R$ 20 mil. "Todos que me conhecem sabem da péssima relação que eu tinha com meu pai, mas estou muito triste com essa notícia. Por mais que éramos afastados, mas era meu pai. Morre um dos maiores cantores sertanejo desse país." "E é com uma imensa tristeza que informo ao meus amigos que meu pai sofreu um infarto fulminante nessa madrugada e foi morar com Deus. João Mineiro e Marciano ficará eternizado em nossos corações", disse Fabiano.   Fonte:G1
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18/01/2019
NOVA DIRETORIA DO SEBRAE/SC VISITA A ACIT/CDL de Tijucas
A diretoria recém empossada do Sebrae estadual fez uma visita à sede da ACIT/CDL nesta quarta-feira (16), no primeiro compromisso dos diretores fora de Florianópolis após assumirem os cargos. O objetivo do encontro era apresentar os membros da diretoria, conhecer os trabalhos realizados pelas duas casas e seus núcleos, estreitar laços e reiterar o desejo de manutenção da parceria já existente entre as entidades. Compareceram à reunião o ex-Diretor de Administração e Finanças do Sebrae/SC, Sérgio Cardoso, que agora ocupa cargo de Coordenador Regional do SEBRAE da Foz do Itajaí, o Diretor Superintendente, Carlos Henrique Fonseca, o Diretor Técnico, Luciano Pinheiro, o Diretor de Administração e Finanças, Anacleto Ortigara, as presidentes da ACIT e da CDL, Luciene Jacomossi e Marlise de Pinho Pacheco, respectivamente, membros das diretorias das casas, representantes dos núcleos da ACIT, da Administração Municipal de Tijucas e profissionais da imprensa local. Logo no início da reunião, a Presidente da ACIT, Luciene Jacomossi, fez questão de agradecer a Sérgio Cardoso pelos serviços prestados por ele na diretoria do Sebrae. “Agradeço ao Sérgio pelo brilhante trabalho que fez à frente do Sebrae e tenho certeza de que continuará fazendo, agora ainda mais próximo a nós”, afirmou. Na sequência, representando o Núcleo do Comércio da ACIT, Daniel Luz e Rafael Fumagali apresentaram a campanha Comprar em Tijucas #Recompensa, que tem movimentado o comércio local. O Coordenador do Núcleo das Construtoras e Imobiliárias, Pedro Pierezan, apresentou a Feira de Imóveis (Fecon) e o Coordenador do Núcleo de Jovens Empresários, Gabriel Nascimento, falou sobre as ações de sustentabilidade realizadas pelas instituições. Todas essas iniciativas contam com o apoio do Sebrae para serem viabilizadas. Anacleto Ortigara, Diretor de Administração e Finanças do Sebrae, afirmou que a parceria deve seguir fortalecida. Ele salientou o compromisso do Sebrae com as micro e pequenas empresas, reforçando a importância de um trabalho regido pela união entre as partes para fomentar o desenvolvimento econômico local. Finalizando o encontro, Sérgio Cardoso destacou o bom momento que a região vive. “Vamos trabalhar juntos no dia a dia aqui, estou muito empolgado. Acredito muito na região e Tijucas, com certeza, é a bola da vez”, ponderou.      Fonte:ACIT
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15/01/2019
Câmara de Vereadores devolve cerca R$ 900 mil aos cofres públicos
A Câmara de Vereadores de Tijucas devolveu aos cofres municipais no fim de 2018, R$ 889.264,34 . O valor corresponde à economia orçamentária realizada pelo órgão nos últimos doze meses, que foi de R$ 882.363,88, somada aos juros de R$ 6.900,46, pagos pela aplicação do dinheiro. Com a poupança, todo valor da arrecadação será  revertido em ações para população. A sobra orçamentária do último ano já possui destinação certa. De acordo com o Presidente da Câmara de Vereadores em 2018, Juarez Soares (PPS), graças a um acordo político entre os Poderes Legislativo e Executivo, o dinheiro economizado será aplicado nas áreas de segurança e infraestrutura. Ainda segundo o vereador, os recursos serão utilizados em três ações. Cerca de R$ 400 mil para a drenagem da Rua Antônio Apolônio Vargas; R$ 200 mil para construção de uma área de lazer próxima ao quartel da Polícia Militar (PM); e outros R$ 300 mil para compra de três viaturas, sendo duas para a Polícia Militar e uma para a Polícia Civil. A economia dos quase R$ 900 mil é resultado de um política de contenção de gastos e a transparência. Com apoio de todos os  vereadores, foram realizadas uma série de reformas que levaram ao resultado significativo. Entre as ações efetivadas em 2018 estão a extinção de seis cargos comissionados da estrutura do Poder Legislativo Municipal, gerando uma economia de R$ 295 mil anuais; a regulamentação da concessão de diárias para servidores e vereadores, cortando drasticamente os gastos; e a divulgação de todas as despesas do órgão por meio de outdoor localizado em frente à Câmara.   Com informações da Câmara de Vereadores    
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15/01/2019
Segundo pesquisa, Consumidor está otimista e empresário cauteloso para 2019 em SC
A economia catarinense dá sinais de retomada mais consistente. Um dos indícios aparece na pesquisa da Federação do Comércio do Estado (Fecomércio SC), que mostra um consumidor mais otimista, porém um empresário ainda cauteloso para 2019 em Santa Catarina. Os dados foram apurados com 2.109 consumidores e 402 empresários em Chapecó, Lages, Florianópolis, Criciúma, Joinville, Itajaí e Blumenau. Dos consumidores entrevistados, 82,7% deles afirmaram que este ano será melhor do que o anterior. Número acima dos 55,6% do ano passado. A cidade mais otimista é Lages, onde 88,3% acreditam na melhoria. Já o cenário mais pessimista aparece em Florianópolis. Na Capital, 68% responderam que 2019 deve ser um ano melhor e 16,2% acreditam que situação irá piorar. Na média estadual, 6,6% dos catarinenses acreditam que será pior e  9,1% que afirmaram que a situação de 2019 permanecerá a mesma que em 2018. ?Quanto à expectativa para o emprego, a maioria dos catarinenses (45%) afirmou que estão seguros e 19% afirmaram que estão muito seguros. Por outro lado, o percentual dos que afirmaram que estão inseguros é de 13%. Nas cidades, a maior segurança vem do município de Blumenau, com 34% dos entrevistados afirmando que estão muito seguro quanto a seu emprego. Já a maior insegurança vem do município de Itajaí e Florianópolis, onde 17% estão inseguros quanto a seus empregos.  Quanto aos empresários, a maioria deles avaliou o ano de 2018 como melhor do que o de 2017 (41,5%) para o sucesso de seu negócio. A maioria (48,8%) também tem uma boa expectativa para as vendas de 2019, seguido por aqueles que creem que as vendas serão ótimas (40,5%).  Apesar disso, 65,2% dos empresários do comércio em Santa Catarina afirmaram que não pretendem expandir o quadro de funcionários. Mais da metade (64%) dos empresários do comércio catarinenses responderam que não pretendem realizar investimentos em 2019, enquanto que 13% pretende abrir novas lojas e 18% expandir o estabelecimento.    Fonte:DC
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14/01/2019
Santa Catarina registra mais de três feminicídios por mês em 2018
Maria Aparecida de Pinho Fagundes, 50 anos, morreu com um golpe de canivete desferido pelo ex-marido em Santo Amaro da Imperatriz. Maria Francisca de Oliveira, 47, levou um tiro e foi queimada dentro da casa em que vivia com o companheiro em Florianópolis. Andréia Araújo, 28, estava grávida de três meses quando foi assassinada a soco pelo marido em Jaraguá do Sul.  Três mulheres que foram vítimas de feminicídio em Santa Catarina em 2018 e representam um extrato das 43 vítimas de assassinato no Estado em razão de gênero ou por violência doméstica no ano passado, uma média de 3,5 ocorrências a cada 30 dias.  O dado, embora menor que em 2017, é inquietante, principalmente se apreciado pela ótica de que muitos outros assassinatos de mulheres em SC não foram classificados como feminicídio, mas sim como homicídio doloso contra mulher, tipificação mais branda no caso de sentença condenatória dos autores.  Tanto é que, em novembro do ano passado, durante a 12ª Semana pela Paz em Casa, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), a desembargadora Salete Sommariva afirmou que SC é “um dos Estados que mais matam mulheres no Brasil”.  Número de estupros deu um salto  Se por um lado, o número de feminicídios em 2018 diminuiu na comparação com 2017 – de 50 para 43 –, todos os outros índices de violência contra a mulher aumentaram no Estado nos 12 meses do ano passado. Os dados foram obtidos pela reportagem com a delegada Patrícia Zimmermann D’Avila, coordenadora das Delegacias de Proteção a Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (Dpcamis) no Estado, e o psicólogo da Polícia Civil Antônio Carlos José Britto, que atua junto a mulheres e crianças vítimas de violência.  Entre os crimes em elevação contra as mulheres, estão transgressões cruéis, violentas e traumáticas como estupros consumados, que saltaram de 2.958 registros de ocorrência para 3.948 entre um ano e outro. O número representa um aumento de 25% no registro de estupros em delegacias do Estado.  E esse crescimento, pelo segundo ano consecutivo, deve colocar Santa Catarina no topo do ranking nacional de registros da ocorrência com os números referentes ao ano passado. No ano anterior, em 2017, de acordo com os dados do Anuário Brasileiro da Segurança Pública, SC foi o segundo Estado do Brasil com mais denúncias de estupros registradas.  Para a delegada Patrícia Zimmermann D’Avila, o crescimento dos índices de violência contra a mulher em SC está relacionado também ao fortalecimento das redes de enfrentamento e a facilidade no acesso aos canais de denúncia.  Patrícia expõe que, como o trabalho de prevenção vem sendo feito na ponta, a comunicação de muitos crimes que seriam subnotificados é feita pela mulher e registrada pela polícia, o que traz um cenário mais claro da realidade.  — O único crime que não admite subnotificação é o feminicídio, que é considerado índice real. Trabalhamos duro para conscientizar as vítimas a procurarem ajuda no primeiro ato de violência. Não podemos deixar o ciclo da violência evoluir e terminar em feminicídio — avalia a delegada.  Mais tentativas de morte e de estupro, além de lesões corporais  As lesões corporais dolosas, quando mulheres apanham como aconteceu com a advogada Ana Cristina Rossi, de 26 anos, que teve o nariz quebrado por um soco do ex-namorado em dezembro, também subiram em SC. De 20.860 casos em 2017, o Estado registrou 21.147 ocorrências em 2018.  A delegada Patrícia Zimmermann lembra que, ao chegar nesse estágio de agressão, como aconteceu com Ana no sul da Ilha, a mulher já está correndo riscos há muito tempo. Ela alerta que as vítimas devem procurar a polícia para denunciar o agressor desde a primeira ameaça feita contra a mulher.  — Faz um registro da ocorrência, deixa a delegacia trabalhar. Vamos fazer análise de risco para ver se há risco de vida para aquela pessoa. Vamos avaliar o grau de agressividade dessa pessoa, vamos procurar o histórico antecedente dele, porque há uma escala de riscos que vai aumentando cada vez mais.  A delegada destaca que no caso da advogada de Florianópolis que teve o nariz quebrado estavam claros episódios de controle e ciúme possessivo por parte do ex-namorado, como o acesso às senhas da mulher em redes sociais que o acusado tinha. Nas palavras de Patrícia, o homem “roubou dela a individualidade”, e duas pessoas para dividirem a vida precisam “conviver”.  As tentativas de estupro, ranking no qual o Estado já liderou o registro de notificações em 2016 e 2017, saltaram de 594 casos para 689, aumento de 14%. Crescimento ainda maior aconteceu com as tentativas de feminicídio, que dos 160 registros de 2017 saltaram para 280 em 2018.    Com informações do DC  
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