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18/11/2019
Mais de 300 comprimidos de ecstasy são apreendidos em Porto Belo e Itapema
A abordagem de um jovem no bairro Santa Luzia, no pátio do Posto do Avião, próximo à BR-101, em Porto Belo, durante a tarde de sábado (16), terminou com apreensão de 305 comprimidos de ecstasy em Itapema. Era por volta das 18h quando os policiais em rondas pelas imediações, perceberam um jovem com uma moto trafegando lentamente pela marginal. O condutor da Honda/XRE 190, estava com uma mochila de cor vermelha nas costas e ao perceber a presença da guarnição, acelerou a moto e entrou rapidamente no estacionamento do posto. Os policiais em seguida o abordaram. Na mochila de M.S.L, 20 anos, foram encontrados 250 comprimidos de ecstasy e quantia de R$275,00. Ele contou à guarnição, que conseguiu as drogas com L.H.R, que pediu para fazer uma entrega na cidade. O jovem também relatou que o proprietário dos comprimidos morava na Rua 464, no bairro Jardim Praia Mar, e que o mesmo teria mais drogas no endereço. A guarnição se deslocou até o endereço e chegando no local visualizou um masculino na frente da residência, que ao perceber a PM tentou empreender fuga, sendo acompanhado e abordado. Após busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com ele, porém em revista no quarto do mesmo foi localizado no guarda-roupa mais 55 comprimidos e a quantia de R$800,00. Diante dos fatos foi dado voz de prisão aos mesmos e também foram encaminhados à delegacia de Polícia Civil de Itapema, juntamente com as drogas e os demais objetos aprendidos para os procedimentos cabíveis.             Fonte: Visor Notícias
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13/11/2019
Bolsonaro assina medida provisória que extingue o Dpvat
O presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória (MP) extinguindo, a partir de 1º de janeiro de 2020, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, o chamado Dpvat. De acordo com o governo, a medida tem por objetivo evitar fraudes e amenizar os custos de supervisão e de regulação do seguro por parte do setor público, atendendo a uma recomendação do Tribunal de Contas da União (TCU). Pela proposta, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro de 2019 continuam cobertos pelo DPVAT. A atual gestora do seguro, a Seguradora Líder, permanecerá até 31 de dezembro de 2025 como responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até a da de 31 de dezembro deste ano. “O valor total contabilizado no Consórcio do Dpvat é de cerca de R$ 8,9 bilhões, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do Dpvat até 31/12/2025, quanto aos acidentes ocorridos até 31/12/2019, é de aproximadamente R$ 4.2 bilhões”, informou o Ministério da Economia. De acordo coma pasta, o valor restante, cerca de R$ 4.7 bilhões, será destinado, em um primeiro momento, à Conta Única do Tesouro Nacional, em três parcelas anuais de R$ 1.2 bilhões, em 2020, 2021 e 2022. “A medida provisória não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que, quanto às despesas médicas, há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS [Sistema Único de Saúde]. Para os segurados do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social], também há a cobertura do auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente e de pensão por morte”, acrescentou o ministério. A MP extingue também o Seguro de Danos Pessoais Causados por Embarcações, ou por sua carga, a pessoas transportadas ou não (DPEM). Segundo o ministério, esse seguro está sem seguradora que o oferte e inoperante desde 2016.   FONTE: Agência Brasil
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12/11/2019
Patrimônio histórico privado, Cine Theatro Manoel Cruz sofre com degradação e descaso em Tijucas
A degradação estrutural e o abandono tomam conta do Cine Theatro Manoel Cruz, imóvel construído em 1926 e tombado pelo Patrimônio Histórico em 1988, em Tijucas, na Grande Florianópolis. A área está isolada pelo risco de desabamento. A Rua Coronel Galotti está parcialmente interditada por conta da estrutura do teto do imóvel que desabou e uma parte superior da fachada principal também despencou. Os caminhões estão proibidos de passar pelo trecho. Segundo o diretor de patrimônio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Diego Fermo, a responsabilidade é dos proprietários do imóvel. "Cabe a FCC a vigilância sobre o imóvel, ou seja, sobre aquilo que é feito, sobre o estado de conservação", disse. A secretária de Cultura do município, Paula Regina da Silva, explicou que o casarão passou por processo de inventário, o que dificultou ainda mais um acordo sobre o destino do patrimônio. "Por enquanto não pode fazer nada por ser privado, a gente aguarda as decisões", explicou.O processo se arrasta há anos na Justiça, em 2017 depois de um acordo entre as partes, a FCC começou um projeto para a restauração, mas uma nova decisão judicial anulou o processo. "Cabe aos proprietários também elaborar os projetos necessários a aplicação nos editais, ou seja, um interesse dos proprietários em fazer esses procedimentos e aplicar esses projetos afim de captar os recursos disponibilizados pelo estado, já que recurso direto o estado não pode fazer nesse caso que se trata de imóvel particular", afirmou o diretor de patrimônio da FCC. A última reforma foi em 1998. O prédio, além de receber espetáculos e filmes, já serviu como local para descascar arroz e para uma vidraçaria. Nos últimos anos, foi ocupado por vândalos e as más condições de conservação agravou a situação estrutural. A FCC informou que desde 2018 os responsáveis pelo prédio foram notificados por pelo menos duas vezes. A NSC TV entrou em contato com os advogados de um dos integrantes da família, mas ele informou que não está autorizado para comentar sobre o caso.         Fonte G1
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