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Mais de um ano após chacina em apart-hotel de Florianópolis, caso segue sem data para júri popular

Mais de um ano se passou desde a chacina no apart-hotel de Canasvieiras, em Florianópolis, que resultou na morte de cinco pessoas de uma mesma família. O processo segue na Justiça. O Tribunal agora analisa o recurso da defesa dos três réus presos contra uma decisão de maio que determinou que eles serão julgados em júri popular.

Morreram no crime o empresário Paulo Gaspar Lemos, 78, e os três filhos dele: o também empresário Leandro Lemos, de 44 anos, Paulo Gaspar Lemos Junior, 51, que tinha deficiência intelectual, e a artesã Katya Gaspar Lemos, de 50. Ricardo Lora, 39, sócio da família, também foi assassinado. Com exceção de Leandro, todos viviam no apart-hotel, que era da família Lemos.

Para o promotor de Justiça que acompanha o caso, Andrey Cunha Amorim, o processo "está caminhando relativamente rápido pela complexidade do crime". A expectativa dele é "que se faça justiça". Amorim também afirmou que há bastantes provas de que os réus são os autores da chacina.

Réus

Os réus, Michelangelo Lopes, Francisco José da Silva Neto e Ivan Gregory de Oliveira, são os três acusados no processo. Francisco responde por cinco homicídios qualificados por motivo torpe, por motivo fútil e com emprego de asfixia, além de furto qualificado, roubo e fraude processual.

Já Michelangelo e Ivan respondem por cinco homicídios qualificados por promessa de recompensa por motivo fútil e com emprego de asfixia, além de furto qualificado, roubo e fraude processual.

O advogado de Michelangelo, Marcos Aurélio de Melo, afirma que aguarda o julgamento do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) sobre os três recursos contra a decisão de determinar júri popular para os três réus.

A defesa de Francisco, feita pelo advogado Jackson Seilonski, afirmou que entrou com recurso contra a decisão da Justiça de levar o cliente a júri popular.

A Defensoria Pública, que faz a defesa de Ivan, também disse que entrou com recurso e aguarda decisão do TJSC.

 

Crime

A chacina ocorreu em 6 de julho. Encapuzados e usando luvas, três homens armados chegaram ao apart-hotel, em Canasvieiras, na tarde de 5 de julho e renderam seis pessoas. As vítimas foram amarradas e, com exceção de uma funcionária, que conseguiu fugir, foram torturadas e mortas por asfixia.

Conforme as investigações, no dia da chacina os três acusados foram até a casa da família para cobrar uma dívida de aproximadamente R$ 40 mil que Leandro teria com Francisco. Além de terem cometido os cinco assassinatos, os criminosos roubaram R$ 10 mil e alguns pertences. O dinheiro ficou com um dos bandidos.

Após a fuga dos assassinos, a funcionária que conseguiu escapar chamou a polícia. Quando chegaram ao local, por volta da 0h30, os policiais encontraram os corpos, de barriga para baixo, espalhados pelos cômodos. Havia gasolina espalhada pelo apart-hotel e nas roupas das vítimas.

As investigações apontam que os cinco mortos foram ainda torturados psicologicamente por oito horas. A Polícia Civil disse que os criminosos facilitaram a fuga da única pessoa que escapou da chacina porque um deles a conhecia.

 

 

 

Fonte G1

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06/12/2019
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