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Epidemia de desinformação: fake news sobre vacinas levam à queda na imunização em SC

Exceto alguém ou grupo que se expõe de forma deliberada, assumindo os riscos, especialistas acreditam que, em maioria, doenças sexualmente transmissíveis ainda decorrem da falta de informação. Maria do Carmo*, 40 anos, tomou uma atitude que provocou uma briga familiar: não permitiu que a filha de 14 anos fosse vacinada contra o HPV. A vacina atua contra doença transmitida pelo papiloma, vírus que causa cânceres e verruga genitais.

O desentendimento foi com a cunhada, madrinha da adolescente, e que achou absurda a decisão em não permitir que a menina fosse imunizada. Maria do Carmo acredita que, diferentemente do que dizem (a vacina é segura e indispensável para eliminar o câncer de colo do útero) há sérios riscos. Diz ter lido na internet que meninas desmaiavam e tinham febre muito alta após a picada da agulha. Além disso, ela acha que a vacina poderia funcionar como um estímulo para a menina iniciar a vida sexual.

Cientificamente não há vinculação entre a vacina do HPV e a prática sexual das adolescentes. O que está provado é que a vacina é mais efetiva em meninas que ainda não tiveram contato sexual e não expostas ao HPV. Além disso, é nesta idade (dos nove aos 14 anos) que o sistema imunológico apresenta melhor resposta às vacinas.

 

 

 

 

 

Fonte NSC

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