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POLICIA MILITAR DE TIJUCAS FAZ OPERAÇÃO CONJUNTA COM A CELESC E PREFEITURA DE TIJUCAS PARA FISCALIZAR RECICLAGENS E SUCATAS DA CIDADE.

Nesta manhã de terça-feira (13/07) foi realizado uma operação conjunta entre os principais órgãos da administração pública, para fiscalizar as empresas de compra e venda de reciclados da cidade, se fizeram presente na operação um representante da CELESC responsável por verificar fios  de energia elétrica da rede pública e tampas de caixa de energia da estatal, a operação contou com a presença de um fiscal da fazenda do município para conferir a documentação municipal das empresas, os alvarás e licenças de funcionamento de competência municipal, a vigilância sanitária e epidemiológica também participou da operação fiscalizando e verificando as condições sanitárias e focos de dengue nos locais fiscalizados.  
A Policia Militar de Tijucas deflagrou esta operação com o intuito de coibir a comercialização de produtos furtados, sendo que foi verificado os estabelecimentos, e orientado os responsáveis sobre a compra de produtos com procedência duvidosa. Que nos locais fiscalizados na cidade de Tijucas não foi constatado nenhuma irregularidade por parte da Polícia Militar.

Fonte e Foto: Policia Militar de Tijucas

OUTRAS NOTÍCIAS

17/09/2021
SC mantém vacinação de adolescentes após Saúde recomendar suspensão
Após o Ministério da Saúde recomendar retirar adolescentes sem comorbidades da lista de vacinação contra Covid-19, o governo de Santa Catarina defende a continuidade com base em testes que demonstraram alta eficácia e segurança da vacina da Pfizer no grupo. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (16), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a recomendação ocorre depois de relato de efeitos adversos no grupo. De 3,53 milhões vacinados, 1,5 mil tiveram reações além do normal, o que representa 0.042% do total. No entanto, 93% dos jovens que registraram efeito adverso tomaram vacinas não liberadas para a faixa etária. O único imunizante aprovado para o grupo de 12 a 17 anos é o da Pfizer. Porém, 15,6 mil receberam CoronaVac, 10,3 mil receberam AstraZeneca e 806, Janssen, o que é considerado erro de aplicação. A Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) informou que o Estado manterá a vacinação de adolescentes na noite desta quinta. O órgão justifica a decisão com base no posicionamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) que aponta que testes indicam eficácia e segurança do imunizante para a faixa etária. O ministro ainda disse que uma adolescente morreu após receber uma dose da Pfizer, porém a relação entre os eventos não foi confirmada. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ressalta, em nota divulgada também nesta quinta, que não há uma relação causal definida entre a morte e a administração do imunizante. O superintendente de vigilância em saúde de Santa Catarina, Eduardo Macário, destacou que a vacinação dos adolescentes é necessária, importante e que não existe nenhuma contraindicação com doses da Pfizer. “Dados do Ministério da Saúde demonstram que, somente em 2021, ocorreram aproximadamente 1.300 óbitos de crianças e adolescentes no Brasil decorrente da Covid-19″, disse. Segundo a decisão tomada e informada pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), em deliberação da CIB (Comissão Intergestora Bipartite), a Grande Florianópolis vai manter a vacinação de adolescentes contra a Covid-19, contrariando a recomendação do Ministério da Saúde. Além disso, a SBIM (Sociedade Brasileira de Imunizações), o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselhos Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) se posicionaram a favor da vacinação entre este grupo. A SBIM, através de nota divulgada, afirma que a decisão abre preocupações na população, além de ser uma caminho para a disseminação de fake news. A entidade questionou as justificativas apresentadas pelo governo federal para rever a orientação. “De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 1.545 eventos adversos entre os 3.538.052 adolescentes vacinados no Brasil até o momento (0,043%). Erros de imunização respondem pela absoluta maioria (93%)”, diz a nota.   Fonte e Foto: ND Mais
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16/09/2021
Vacina contra Covid-19 para adolescentes é suspensa, confirma Queiroga
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que uma série de motivos pesaram para que a pasta resolvesse revisar a recomendação e suspender a vacinação de adolescentes sem comorbidades. Segundo Queiroga, foram identificados 1,5 mil eventos adversos em adolescentes imunizados. Todos eles foram de grau leve. Foi notificado um caso de morte de um jovem em São Paulo, mas o episódio ainda está sendo investigado para avaliar se a causa foi o imunizante ou não. O ministro reclamou que, a despeito da orientação anterior para que a imunização deste público tivesse início ontem (15), já foram vacinados 3,5 milhões de adolescentes por autoridades locais de saúde. Ele acrescentou que houve diversos casos de prefeituras que aplicaram vacinas não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência só permitiu o uso da Pfizer/BioNTech para adolescentes de 12 a 17 anos. Nos registros do Ministério da Saúde, entretanto, dados enviados pelos estados mostram este público sendo imunizado com outras vacinas. “Em relação aos subgrupos, as evidências estão sendo construídas. O NHS [SUS do Reino Unido] restringiu a vacinação nos adolescentes sem comorbidades. Aqueles que já tinham sido imunizados com 1ª dose se recomendou parar por ali”, disse Queiroga. A secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Leite, mencionou também orientação da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto. “A OMS não recomenda, mas sugere que pode se pensar [na vacinação de adolescentes] a partir do momento que tenha vacinado toda a população, principalmente as mais vulneráveis, com duas doses”, disse. Perguntados se a suspensão da vacinação teria relação com a falta de vacinas, os representantes do ministério descartaram essa hipótese e afirmaram que não há problema de abastecimento de doses no país. “Não falta vacina. Será que elas foram utilizadas de forma inadvertida? Provavelmente”, sugeriu a secretária Rosana Leite.   Sem segunda dose Diante da suspensão, os adolescentes sem comorbidades que receberam a primeira dose não devem ter a aplicação da segunda dose. A orientação de interromper a imunização vale também para aqueles com comorbidades que tomaram a primeira dose da AstraZeneca ou Coronavac. Apenas os adolescentes com comorbidades imunizados com a Pfizer/BioNTech na primeira dose podem seguir com o processo de imunização e completar o ciclo vacinal, procurando os postos para receber a segunda dose.   Fonte e Foto: Agência Brasil
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