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SC tem 151 cidades sem mortes por Covid em julho

Dos 295 municípios de Santa Catarina, 151 não registraram mortes por Covid-19 em julho, conforme dados divulgados até esta terça-feira (13) pelo governo do Estado e checados pelo NSC Total. As informações estão disponíveis no Painel do Coronavírus

Os municípios que não registraram óbitos nas últimas duas semanas ficam em diversas regiões do Estado. Entre aqueles com o maior acumulado de óbitos desde o início da pandemia, mas que estão sem novas vítimas no mês estão Urubici (total de 25 mortes), Santo Amaro da Imperatriz (73) e Joaçaba (70).

Duas cidades de SC seguem sem registrar nenhuma morte por Covid-19: Flor do Sertão, no Extremo Oeste, e Novo Horizonte, no Oeste de SC. 

Apesar dos dados da pandemia ainda preocuparem, com elevado número de casos ativos — o Estado registrava mais de 16 mil casos ativos até esta terça-feira (13) —, a situação da pandemia de Covid-19 em Santa Catarina apresenta melhora. 

No último Mapa de Risco divulgado pelo governo catarinense no sábado (10), o Estado dobrou o número de regiões de fora do risco gravíssimo para Covid-19. Este é o melhor cenário desde o dia 24 de abril.

Oito das 16 regiões estão em nível grave para a doença: Alto Uruguai Catarinense, Extremo Oeste, Grande Florianópolis, Meio-Oeste, Oeste, Planalto Norte, Serra Catarinense e Xanxerê.

Além disso, depois de ficar pelo menos 128 dias consecutivos com pacientes esperando na fila por leitos de UTI, o Estado conseguiu zerar a fila nos últimos quatro dias. Porém, nesta terça, Santa Catarina voltou a ter pacientes à espera de leito: um no Meio-Oeste e três no Norte.

Fonte e Foto: nsctotal.com.br

OUTRAS NOTÍCIAS

17/09/2021
SC mantém vacinação de adolescentes após Saúde recomendar suspensão
Após o Ministério da Saúde recomendar retirar adolescentes sem comorbidades da lista de vacinação contra Covid-19, o governo de Santa Catarina defende a continuidade com base em testes que demonstraram alta eficácia e segurança da vacina da Pfizer no grupo. Em entrevista coletiva nesta quinta-feira (16), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a recomendação ocorre depois de relato de efeitos adversos no grupo. De 3,53 milhões vacinados, 1,5 mil tiveram reações além do normal, o que representa 0.042% do total. No entanto, 93% dos jovens que registraram efeito adverso tomaram vacinas não liberadas para a faixa etária. O único imunizante aprovado para o grupo de 12 a 17 anos é o da Pfizer. Porém, 15,6 mil receberam CoronaVac, 10,3 mil receberam AstraZeneca e 806, Janssen, o que é considerado erro de aplicação. A Dive/SC (Diretoria de Vigilância Epidemiológica) informou que o Estado manterá a vacinação de adolescentes na noite desta quinta. O órgão justifica a decisão com base no posicionamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) que aponta que testes indicam eficácia e segurança do imunizante para a faixa etária. O ministro ainda disse que uma adolescente morreu após receber uma dose da Pfizer, porém a relação entre os eventos não foi confirmada. A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) ressalta, em nota divulgada também nesta quinta, que não há uma relação causal definida entre a morte e a administração do imunizante. O superintendente de vigilância em saúde de Santa Catarina, Eduardo Macário, destacou que a vacinação dos adolescentes é necessária, importante e que não existe nenhuma contraindicação com doses da Pfizer. “Dados do Ministério da Saúde demonstram que, somente em 2021, ocorreram aproximadamente 1.300 óbitos de crianças e adolescentes no Brasil decorrente da Covid-19″, disse. Segundo a decisão tomada e informada pela SES (Secretaria Estadual de Saúde), em deliberação da CIB (Comissão Intergestora Bipartite), a Grande Florianópolis vai manter a vacinação de adolescentes contra a Covid-19, contrariando a recomendação do Ministério da Saúde. Além disso, a SBIM (Sociedade Brasileira de Imunizações), o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselhos Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) se posicionaram a favor da vacinação entre este grupo. A SBIM, através de nota divulgada, afirma que a decisão abre preocupações na população, além de ser uma caminho para a disseminação de fake news. A entidade questionou as justificativas apresentadas pelo governo federal para rever a orientação. “De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 1.545 eventos adversos entre os 3.538.052 adolescentes vacinados no Brasil até o momento (0,043%). Erros de imunização respondem pela absoluta maioria (93%)”, diz a nota.   Fonte e Foto: ND Mais
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16/09/2021
Vacina contra Covid-19 para adolescentes é suspensa, confirma Queiroga
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que uma série de motivos pesaram para que a pasta resolvesse revisar a recomendação e suspender a vacinação de adolescentes sem comorbidades. Segundo Queiroga, foram identificados 1,5 mil eventos adversos em adolescentes imunizados. Todos eles foram de grau leve. Foi notificado um caso de morte de um jovem em São Paulo, mas o episódio ainda está sendo investigado para avaliar se a causa foi o imunizante ou não. O ministro reclamou que, a despeito da orientação anterior para que a imunização deste público tivesse início ontem (15), já foram vacinados 3,5 milhões de adolescentes por autoridades locais de saúde. Ele acrescentou que houve diversos casos de prefeituras que aplicaram vacinas não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência só permitiu o uso da Pfizer/BioNTech para adolescentes de 12 a 17 anos. Nos registros do Ministério da Saúde, entretanto, dados enviados pelos estados mostram este público sendo imunizado com outras vacinas. “Em relação aos subgrupos, as evidências estão sendo construídas. O NHS [SUS do Reino Unido] restringiu a vacinação nos adolescentes sem comorbidades. Aqueles que já tinham sido imunizados com 1ª dose se recomendou parar por ali”, disse Queiroga. A secretária extraordinária de enfrentamento à covid-19, Rosana Leite, mencionou também orientação da Organização Mundial de Saúde sobre o assunto. “A OMS não recomenda, mas sugere que pode se pensar [na vacinação de adolescentes] a partir do momento que tenha vacinado toda a população, principalmente as mais vulneráveis, com duas doses”, disse. Perguntados se a suspensão da vacinação teria relação com a falta de vacinas, os representantes do ministério descartaram essa hipótese e afirmaram que não há problema de abastecimento de doses no país. “Não falta vacina. Será que elas foram utilizadas de forma inadvertida? Provavelmente”, sugeriu a secretária Rosana Leite.   Sem segunda dose Diante da suspensão, os adolescentes sem comorbidades que receberam a primeira dose não devem ter a aplicação da segunda dose. A orientação de interromper a imunização vale também para aqueles com comorbidades que tomaram a primeira dose da AstraZeneca ou Coronavac. Apenas os adolescentes com comorbidades imunizados com a Pfizer/BioNTech na primeira dose podem seguir com o processo de imunização e completar o ciclo vacinal, procurando os postos para receber a segunda dose.   Fonte e Foto: Agência Brasil
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