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Setembro Amarelo: priorizar a saúde mental salva vida
02/09/2020
 A campanha Setembro Amarelo é promovida para chamar a atenção das pessoas sobre a importância de cuidar da saúde mental e prevenir suicídios. Por isso, durante o mês de setembro os assuntos relacionados ao tema ganham destaque, contudo, é fundamental que esse tópico esteja entre os cuidados que cada pessoa tem consigo, assim como se costuma cuidar da saúde física, buscando auxílio profissional. A Qualirede, empresa especialista em soluções em saúde para o setor público, destaca que o olhar preventivo que as pessoas têm com a saúde física, deve ser estendido aos cuidados com a saúde mental. Muitas pessoas costumam fazer exames periódicos para chegar taxas de colesterol, triglicerídeos, demais aspectos que podem ser analisados e que indicam os pontos que se deve dar atenção para que não haja complicações com o organismo. Quando o assunto é saúde mental, o preconceito sobre o tema pode acabar influenciando para que não se procure a ajuda profissional, assim como explica Paula Caldas, Psicóloga da Qualirede. “É importante sempre destacar que saúde não se trata apenas de ausência de doenças físicas, mas de um bem-estar geral que envolve diversas dimensões (física, mental, espiritual). Cuidar da saúde mental, então, é priorizar um estilo de vida mais saudável e uma melhor qualidade de vida. Em muitos casos, as pessoas não sentem vergonha nem deixam para depois a visita a um cardiologista ou demais especialidades médicas, mas, quando o assunto é saúde mental, é recorrente deixar para depois ou dar uma importância menor. O nosso corpo é físico e mental, a mesma atenção deve ser dada aos dois aspectos.”, declara a psicóloga. A Gerente de Atenção Integral à Saúde da Qualirede, Adriane Kramm, destaca que o autocuidado deve incluir a saúde mental. “Cuidar da saúde mental, é entender que somos seres múltiplos, e que podemos nos expressar de formas diferentes, em diferentes momentos da nossa vida. O sofrimento não materializado, muitas vezes não é valorizado, e este momento de reflexão sobre o Setembro Amarelo, traz à tona a importância de repensarmos nossa multiplicidade. O autocuidado passa também pelo cuidado com a mente. O estado de vigília nos permite um maior controle sobre nossas emoções e atitudes. Estar atento ao comportamento humano, é um ato de amor próprio e de amor ao próximo.”, conclui Adriane Kramm. Fonte GM
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01/09/2020
Justiça determina que redes sociais excluam imagens de bebê que teve mãe assassinada em Canelinha
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) obteve medida liminar para determinar que a rede social Facebook exclua, em 24 horas, imagens que circulam e que venham a circular a respeito do caso de um bebê retirado do ventre da mãe assassinada em Canelinha. Caso descumpra a liminar, a rede social fica sujeita a multa diária de R$ 50 mil. A medida foi requerida pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Tijucas em proteção à imagem do bebê recém-nascido, vítima de um crime bárbaro, ainda em investigação. Segundo as primeiras informações, os investigados teriam assassinado a mãe do bebê com o objetivo de subtrair a criança para si, de forma premeditada. De acordo com o Promotor de Justiça Fred Anderson Vicente, efetuada a prisão da pessoa que estava com a criança, antes de completarem doze horas do crime, a imagem do bebê passou a ser propagada de forma viral nas redes sociais. Sendo que há risco de divulgação, ainda, por outros meios de comunicação virtual. “Embora as imagens já estejam circulando, a medida judicial foi proposta a fim de evitar a propagação. Inclusive já há pedido da própria família nas redes sociais para que não haja mais a divulgação da criança, para tentar garantir o máximo possível a saúde mental da infante”, ressalta.Proteção à intimidade do bebê e família. O Promotor de Justiça explica que o direito à privacidade da criança e do adolescente é garantido pela Doutrina da Proteção Integral. Esta, é acolhida pela Constituição Federal de 1988 e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, sendo que a privacidade diz respeito à intimidade, à imagem e à vida privada. Segundo o Ministério Público, identificar a criança por imagens, indicar quem é seu pai, quem são os demais familiares e outras informações prejudica ainda mais os seus direitos, já tão violados desde o parto traumático, a perda da mãe e o sofrimento dos familiares, impactando no bem-estar do bebê. Assim, considerou necessária a exclusão imediata das imagens que já estão circulando e que venham a circular a respeito do fato criminoso que envolveu o seu nascimento, sob pena de os meios de veiculação das imagens serem devidamente responsabilizados pelo dano moral decorrente. O Promotor de Justiça acrescenta que é importante a população não divulgar essas imagens para o bem futuro da criança. “Pedimos que todos tenham compreensão e não divulguem nas redes sociais informações e imagens relativas ao caso. Temos que proteger a sua intimidade para que no futuro essa criança não sofra ainda mais”, completa.       Fonte GM
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